quinta-feira, 19 de novembro de 2009

MOUNTAIN BIKE

Se considerarmos mountain biking como andar de bicicleta em montanhas, tudo começou quando inventaram as primeiras bicicletas, mas se levarmos um pouco a sério, tudo começou quando foram inventadas as bicicletas de marcha. É claro que existiam pessoas que tentavam fazer mountain bike com bicicletas sem marcha, malucos ou masoquistas. Com o invento das marchas e, consequentemente de outros "acessórios", mountain biking passou de sofrimento para diversão e, é até mesmo um esporte popular, principalmente nos EUA e na Europa.

Hoje em dia o esporte cresce cada vez mais e até mesmo a ESPN está transmitindo competicões. A coisa ficou ainda melhor com as competicões de downhill (competição apenas com descidas muito ingremes), que são rápidas e divertidas de assistir. O único problema é que, com os preços das bicicletas e acessórios, o esporte não pode ficar popular, especialmente no Brasil. Para quem não sabe, hoje em dia, uma bicicleta considerada "decente" para uma competicão profissional custa no mínimo $2500 dólares, isso mesmo, dois mil e quinhentos dólares. Apesar dos preços variarem de $100 pra $7000 mil dólares, ninguém, com uma bicicleta de $100, pode competir com uma de $7000, por motivos óbvios. No Brasil isso é ainda pior porque as bicicletas custam quase o dobro do preço e ninguém gasta muita grana numa bicicleta por medo de assalto. Para acabar com todos esses problemas, seria preciso que o esporte ficasse popular, principalmente através da televisão, porque com isso os preços baixariam em função da lei da oferta e procura. Assim, todos, ciclistas e vendedores, ficariam satisfeitos. Isso, infelizmente, é sonho.

A melhor forma de se manter atualizado com o esporte é através de revistas e da internet. Na internet existe muita coisa boa, como está citado na seção de links.

O Mountain Bike tem 6 categorias principais: Cross Country, Downhill, Dual Slalom, Freeride, Trial e Uphill.

Cross Country - São corridas de longa distância, mais de 30 Km normalmente, chegando as vezes a mais de 100 Km com terreno variado e com várias subidas e descidas. Normalmente os circuitos não são muito técnicos e podem ser circuitos fechados com várias voltas ou ponto a ponto (trip trail). Para praticar você precisa ter uma bike leve, quanto mais leve melhor, de boa qualidade e você precisa ter muita resistência física. As velocidades máximas normalmente não passam de 50 Km/h. Assista um vídeo da modalidade clicando aqui.

Downhill - Apenas descidas. Normalmente as pistas são bem íngrimes e técnicas, com pedras, saltos, raízes e outros obstáculos. São pistas curtas, normalmente uns 4 km. A velocidade pode passar de 80 Km/h em alguns trechos. Para participar é necessário ter acessórios especiais de proteção e uma bike feita especialmente para essa modalidade, com duas suspensões, pneus grossos, freios a disco, etc. O peso da bike não importa, pois só há descidas. Assista um vídeo da modalidade clicando aqui.

Dual Slalom / 4X - É como o Slalom do Esqui, mas com dois competidores correndo em pistas paralelas. São colocadas bandeiras por onde o piloto deve passar, fazendo muitas curvas fechadas. E correm dois competidores ao mesmo tempo em pistas paralelas e quase identicas. Normalmente se usa bikes de downhill para descer, mas já estão sendo fabricadas bikes especialmente para dual slalom. As descidas também duram pouco como no downhill. Atualmente a modalidade evoluiu para o 4X (four X), onde usa-se uma pista única e correm 4 pilotos por vez. Assista um vídeo da modalidade.

Freeride - Normalmente, as bikes de downhill só servem para descer e as de cross country só tem suspensão dianteira e não aguentam "o tranco". A bike de freeride seria o meio termo: O conforto e precisão do downhill com a praticidade e leveza do cross country. Mas nem tudo é maravilha, profissionalmente esse tipo de bike não serve para muita coisa. Mas o objetivo é esse, ela foi feita pra pessoas que gostam de pedalar seriamente, mas não num nível profissional. Hoje em dia já existem competições de freeride, onde são julgados técnica, dificuldade e estilo, ao invés de rapidez.

Fonte: pedal.com.br

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Arvorismo

Segundo a versão mais difundida sobre a história do arvorismo, o esporte surgiu nos anos 80 na Costa Rica, onde cientistas pesquisavam a fauna e a flora de cima das árvores e, para evitar subidas e descidas constantes, resolveram criar uma forma de passar de um galho para o outro.
Mais tarde, a França e a Nova Zelândia adotaram a idéia como esporte de aventura. A Inglaterra conheceu o arvorismo em 1997, quando ativistas ecológicos utilizaram a prática para evitar a devastação de uma floresta.
Hoje a proposta do Arvorismo já alcançou outra fronteiras como o desenvolvimento de Recursos Humanos, a inserção em corridas de aventura, a implantação em parques públicos ou em áreas naturais particulares, tendo como objetivo, não somente proporcionar aventura aos participantes e uma forte integração com o meio natural, mas atuar como forma de desenvolvimento humano junto à natureza e fomentar a consciência de preservação ambiental.
No Brasil, o esporte chegou em 2001, quando a Alaya Expedições montou um circuito em Brotas em cima de postes de eucalipto com a marca Verticália.

Fonte: Brasilturismo.com.br

Asa Delta

Melhor época
De novembro a maio compreende-se o periodo de maior calor na cidade, sendo o ideal para a asa delta. Mesmo assim, durante todo o ano é possível voar.
Equipamentos
O equipamento básico para o vôo de asa delta é caro: cerca de US$1500. Este equipamento é composto de : Asa de pano simples; capacete; pára-quedas; variômetro; perneira ou casulo (depende do gosto do piloto). Um equipamento profissional pode chegar a US$ 10000.

Saiba mais
São realizadas etapas do campeonato carioca e internacional, geralmente no final do ano.
O Vôo duplo dura entre 20 e 40 min., dependendo das condições do vento.

Quando você for fazer um vôo duplo, exija a habilitação de piloto filiado à AVLRJ do profissional que você escolher.
O vôo da Pedra Bonita é considerado um dos vôos urbanos mais bonitos do mundo. Para se chegar na rampa de salto, só acompanhado de algum piloto de parapente ou asa delta, ou tendo o bilhete de vôo. Um dos pontos fortes deste vôo é o rápido resgate de helicóptero, em caso de acidentes.

Fonte: brasilturismo.com.br

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Como funciona a pesca no gelo?

É inverno e está frio demais para que as pessoas possam sair para jogar golfe ou uma partidinha de basquete. O que se pode fazer, em uma situação como essa? Que tal reunir alguns amigos, arrastar um abrigo portátil até o meio de um lago congelado, escavar um buraco no gelo e ficar batendo papo e tomando cerveja à espera que os peixes mordam a isca?

Ice fishing.
Esses pescadores no lago Riley, Minnesota, sabem que a pesca no gelo vale tanto pela companhia quanto pelos peixes.

A pesca no gelo vale tanto pela camaradagem e recreação nos meses gelados de inverno quanto pela pesca em si. Os puristas consideram que ela requer apenas fazer um buraco no gelo, baixar a linha e se acomodar em um banquinho, esperando que os peixes mordam a isca. Quem gosta de algum conforto constrói casas para neve mais equipadas (algumas das quais equipadas com refrigerantes e TV via satélite) a fim de se distrair enquanto os peixes não aparecem.

A pesca no gelo avançou muito desde a era em que os povos indígenas abriam buracos nos Grandes Lagos para encontrar comida durante o inverno. Embora a meta deles fosse simplesmente para sobrevivência, a pesca no gelo moderna é essencialmente esportiva (ainda que muita gente coma os peixes que apanha).

A pesca no gelo é popular no norte da Europa, bem como em boa parte da América do Norte (Alasca, Minnesota, Wisconsin, Vermont, New Hampshire, Ohio, Nova York e Canadá). Alguns dos lagos norte-americanos mais populares para pesca no gelo são o lago Simcoe, no Canadá (que se define como "a capital da pesca no gelo" no leste), o lago Mille Lacs, em Minnesota, que em um inverno típico recebe até cinco mil abrigos de pesca, o lago Champlain (em inglês), em Nova York, o lago Houghton, no Michigan, e o lago Winnipesaukke (em inglês), em New Hampshire.

Fonte: UOL.com

ESPORTES AQUÁTICOS

A vela é uma das atividades mais antigas da humanidade e com o seu desenvolvimento técnico e divulgação internacional no desenrolar dos tempos, permitiu a formação de um grande mercado mundial com potencial econômico. Em paralelo ao crescimento do mercado esportivo, houve uma transformação na abordagem da atividade física profissional, com a regulamentação da profissão de Educação Física. O esporte a vela vem de encontro com esta nova abordagem, pois é uma realidade para o profissional de Educação Física, visto que é uma atividade que necessita de ensino para que seu praticante possa de forma segura utilizar seu barco e equipamento. O profissional de Educação Física recebeu, então, uma grande responsabilidade com a inclusão oficial de diversas atividades físicas e esportivas na função da profissão, desta feita se tornou necessária à capacitação dos atuais e futuros profissionais de Educação Física.

Fonte: efdeportes.com

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

CANOAGEM - Paulo Afonso

Aconteceu neste sábado (03/10), no sertão baiano, uma grande aventura de canoagem pelo Rio São Francisco envolvendo mais de 90 amantes do esporte, que suportaram o forte calor da região para completar os 9km disputados na categoria turismo e os 55km da categoria maratona.
Na categoria maratona, Sebastián Cuattrin, maior nome da história da canoagem brasileira, foi o vencedor da prova com o tempo de 5 horas e 55 minutos. Em segundo lugar, Josenilton e o terceiro lugar ficou com o atleta Alberto Oliveira. Entre as outras categorias que merecem destaque está a C1, que teve como campeão o Vilson Nascimento, campeão no pan-americano em 2007.
Para o canoísta Sebastián Cuattrin, , remar o Rio São Francisco foi a realização de um antigo sonho: “A natureza é exuberante, o trajeto realizado dentro de um cânion é maravilhoso. Contudo, foi preciso que os canoístas estivessem bem preparados, pois o sol da região e o vento contra durante o trajeto dentro do cânion castigou bastante”, disse.
A programação fez parte do Brasil Wild – Bahia Maratona de Canoagem, evento que partiu do município de Paulo Afonso, a 466km de Salvador, e chegou até a cidade sergipana de Belém do São Francisco.
Na categoria turismo, Rafael Neto foi o principal vencedor, chegando à frente de todos os competidores com um tempo inferior a uma hora. Os outros campeões das demais modalidades foram as duplas Carlo e Jefferson (masculino), Anildo e Marta (misto) e Luciana e Camila (feminino).

ALPINISMO OU MONTANHISMO

O montanhismo pode ser definido como a ascensão de montanhas por caminhada ou escalada. Faz parte de um conjunto de atividades bastante amplo, denominado excursionismo. O sábio tornou-se responsável pelo enorme interesse que as ascensões em montanha passaram a despertar, porém sob uma ótica mais científica do que esportiva. Medo e superstição ainda rondavam aqueles cumes nevados.
Devido ao fato do montanhismo ter-se iniciado nos Alpes, recebe também o nome de alpinismo, denominação que se generalizou bastante, tornando-se amplamente aceita. A rigor, a palavra "alpinismo" deveria ser reservada para as atividades montanhísticas realizadas nos Alpes, assim como "andinismo" para os Andes, "himalaismo" para o Himalaia, etc.
Primórdios - A Cordilheira dos Alpes é considerada o berço do montanhismo. A primeira ascensão de vulto a um dos seus picos foi o Monte Aiguille, em território francês, por Antoine de Ville, que realizou uma verdadeira escalada sobre rocha. Esse fato ocorreu em 1492 e causou enorme furor na época, pois acreditava-se que as altas montanhas eram habitadas por dragões e seres alienígenas. Tão intenso era esse temor, que as próximas conquistas alpinas importantes só se deram em 1744 (Monte Titlis), 1770 (Monte Buet) e 1779 (Monte Velan).
Em agosto de 1786, o médico Michel Gabriel Paccard e o montanhês, caçador e garimpeiro de cristais Jacques Balmat conseguiram atingir o teto da Europa Ocidental: o Monte Branco (4.807 m), situado nos Alpes franco-italianos. Tal aventura foi motivada por um prêmio oferecido por um cientista e naturalista suíço Horace Bénédict de Saussure, que pensava fazer naquele cume alguns ensaios científicos. De fato, um ano depois, o próprio Saussure chegou ao topo do monte, integrando uma expedição com Balmat e outros 17 guias, e ali realizou diversas experiências.
Durante os próximos 70 anos, algumas conquistas notáveis foram feitas na cadeia dos Alpes, entre elas o Jungfrau (1811), o Finsteraahorn (1812), o Watterhorn (1854) e o Monte Rosa (1855). Entretanto, só em 1856, quando um grupo de montanhistas conseguiu ascender ao cume do Monte Branco sem auxílio de um guia experiente, é que o esporte começou a apresentar um surto de popularidade na Europa. Encerrava-se, dessa forma, o período do montanhismo puramente exploratório e de caráter científico.
Vanguarda - Em 1857, era fundada a primeira associação de montanhismo do mundo - o Clube Alpino de Londres - conseqüência natural do fato de serem os ingleses na época, senhores quase absolutos das escaladas alpinas. Com a criação do clube, o esporte começava a se organizar. O exemplo inglês foi seguido pelos demais países, e logo apareceram diversas organizações em toda a Europa. Primeiro na Áustria, em 1862, e, um ano depois, na Suíça e Itália. Em 1874, surgia o Clube Alpino Francês.
Antes mesmo que muitos dos cumes alpinos fossem escalados pela primeira vez, esforços começaram a ser dirigidos para as montanhas de outras regiões do mundo. Os principais picos do Cáucaso foram conquistados por ingleses em 1868. Nos Andes, o Chimborazo foi vencido em 1880 e o ponto culminante das Américas - o Aconcágua (6.959 m) - em 1897. Na África, foi escalado o pico mais alto do continente - o Kilimanjaro (5.895 m) - em 1889, assim como o Kenya em 1899 e o maciço de Ruwenzori em 1906. A seguir, vieram o Trisul (Himalaia) em 1907 e o teto da América do Norte - o Monte McKinley (6.194 m), localizado no Alasca - em 1913.
Clássico - O período compreendido entre o final dos anos 20 e o início da Segunda Grande Guerra (1940) constituiu a época clássica do montanhismo esportivo. Com o aparecimento das técnicas, foram vencidos desafios de vulto na cadeia dos Alpes - como a face norte do Eiger em 1938 - e, em particular, no maciço dos Dolomitas e nas agulhas e paredões do maciço do Monte Branco.
No Himalaia, uma expedição anglo-americana obteve êxito sobre o Nanda Devi em 1936; no Wyoming (EUA), a Devil Tower (Torre do Diabo) foi escalada no ano seguinte. Outros picos - das Montanhas Rochosas ao Cáucaso e da Noruega à Antártica - receberam logo suas ascensões pioneiras. Registra-se nessa fase o aparecimento de escaladores habilidosos como o francês Pierre Allain e os italianos Emilio Comici, Ricardo Cassin e Giusto Gervasutti.
1º Período do montanhismo moderno - Este período compreendeu a segunda metade da década de 40 e toda a década de 50. Novas e difíceis vitórias foram conseguidas em toda a extensão da Cordilheira dos Alpes. Escaladores como Jean Couzy, Lionel Terray, Edouard Frendo, Louis Lachenal e Gaston Rébuffat deram continuidade às técnicas de escalada em rocha e gelo iniciadas por Armand Charlet, Couttet, Simond e Pierre Allain.
Em 1951, os italianos Walter Bonatti - um dos maiores alpinistas de todos os tempos - e Luciano Ghigo introduziram nos Alpes Ocidentais a técnica da progressão em artificial, aplicando-a na escalada do Grand Capucin. Notáveis ascensões foram realizadas por Cesari Maestri, Hermann Buhl, Rebitsch, René Desmaison e o talentoso Bonatti.
Nos Estados Unidos, consolidou-se o ataque às extensas paredes rochosas do vale do Yosemite: Lost Arrow (1947), Sentinel Rock (1950), Half Dome (1957) e um paredão de 1.000 metros no El Capitan (1958). Foi também a época de grandes feitos nas altas montanhas do Himalaia e do Karakoram, tais como: a primeira ascensão a um pico com mais de 8.000 metros, o Annapurna I (8.078 metros), em 1950, pelos franceses Maurice Herzog e Louis Lachenal; o Nanga Parbat (8.126 metros), em 1953, pelo austríaco Hermann Buhl; o Everest, ponto culminante do planeta (8.872 metros, segundo recentes medições por satélite), em maio de 1953, pelo neozelandês Edmund Hillary e o sherpa Tensing Norkay; e o K-2, segunda montanha mais alta do mundo (8.858 metros, também aferido por satélite), em 1954, pelos italianos Achille Compagnoni e Lino Lacedelli. Nos Andes, o Cerro Fitz Roy foi vencido em 1952 por Guido Magnone e Lionel Terray.
2º Período do montanhismo moderno - Finalmente, a partir do término da década de 50, apareceu o segundo período do montanhismo esportivo moderno, que se estende até nossos dias. Sucederam-se várias conquistas de picos, agulhas e paredes nos Alpes e nas Dolomitas. No Yosemite, o El Capitan e o Half Dome receberam novas vias, fruto de escaladas atléticas de extrema dificuldade. Nos Andes da Patagônia, foram escalados a Torre Central del Paine (1963), o Cerro Torre (1974) e a Torre Egger (1975).
Nas cadeias do Himalaia e Karakoram, com a redução do número de montanhas virgens por conquistar, novas vias de dificuldade cada vez maior foram abertas em picos anteriormente atingidos. Destacam-se os feitos de Reinhold Messner, que, além de ter subido o Everest em 1978 sem recorrer a oxigênio engarrafado, o Nanga Parbat em solo - isto é, desacompanhado - em 1979, e novamente o Everest, também em solo, em 1980, já escalou todos os 14 picos do planeta com altitude superior a 8.000 metros.
Mas nas últimas duas décadas, o montanhismo difundiu-se por um sem-número de países e tem experimentado, na atualidade, um constante progresso evolutivo. Sua organização, em âmbito mundial, encontra-se a cargo da Union Internationale des Associations des Alpinisme - UIAA, com sede em Genebra (Suíça), congregando federações do mundo inteiro.

Fonte: Coladaweb.com