segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

BALONISMO

Dia 8 de agosto comemora-se o Dia do Balonismo em todo o mundo. E neste ano, para lembrar os 300 anos da invenção do balão a ar quente pelo brasileiro Bartholomeu de Gusmão, mais de 100 pilotos de 18 países, nos cinco continentes, voarão em homenagem.
Entre os pilotos confirmados, destaque para o sueco Jan Balkedal, único piloto a particpar de todos os campeonatos mundiais de balonismo até hoje. Nas 17 edições disputadas desde 1973, Balkedal foi duas vezes vice-campeão.
A iniciativa de promover o evento é da balonista brasileira e membro da Comissão 300 anos do Balão, Gabriela Slavec, que participa de competições internacionais há mais de 10 anos. "Tenho contato com pilotos de diversos países. Além deles, enviei o convite para algumas listas de e-mail de balonismo internacional de que faço parte" explica.
Segundo Gabriela, a maioria não conhecia Bartholomeu de Gusmão e agradeceu o envio das informações. Nos Estados Unidos, um dos pilotos levará a bordo um fotógrafo do Museu Aeroespacial Smithsoniano - dono de um dos maiores acervos mundiais da aviação. Na Nova Zelândia, o voo será televisionado por uma emissora local.
Todos seguirão um ritual que começará com a leitura de material enviado por Gabriela sobre a vida de Gusmão (ver link em pdf ao final). Os pilotos subirão aos ares levando uma bandeira estampada com o logo dos 300 anos e registrarão o voo com fotos que serão enviadas depois ao Brasil, juntamente com o estandarte.
Em Santos (SP), a comemoração também contará com balões. "Um deles ficará na praia a partir das 16h, para que o público possa conhecê-lo de perto. Serão organizados grupos de dez pessoas, que poderão entrar no balão e receber explicações de como ele funciona. No final da tarde, mais dois balões serão inflados para uma apresentação. Antes do jogo entre Santos e Avaí, outro será inflado no campo (na Vila Belmiro), para homenagear Gusmão. Será um balão especial, um pouco menor, em que somente uma pessoa pode voar, sentado como se estivesse numa cadeirinha", antecipa Gabriela.

Fonte: oradical.uol.com.br

NUTRIÇÃO E ESPORTE

Nutrição - Em situação de repouso ou de exercício, a ressíntese de ATP acontece através da produção de energia, a partir de diferentes substratos energéticos.
A ressíntese de ATP precisa ser feita logo que iniciamos algum exercício físico. O aumento no consumo de energia produz aumento do consumo de oxigênio, portanto, sempre que o organismo tem um consumo maior de ATP, precisamos de um tempo para organizar a disponibilidade de oxigênio, porque se faz necessário a queima de substratos energéticos. Porém, somos capazes de ressintetizar o ATP, sem a presença de oxigênio, em condições que o organismo não pode esperar pela disponibilidade de oxigênio (é uma adaptação por processo oxidativo aeróbio).
A capacidade do nosso organismo ressintetizar ATP, pode ser em condições aeróbias e anaeróbias (presença ou não de oxigênio) e isto por causa de nossos músculos. Temos diferentes fibras musculares capacitadas à gerar energia em cada condição.
- Fibras do tipo I (Contração lenta - oxidativa) - São também chamadas de vermelhas, fazem a ressíntese oxidativa de ATP e são recrutadas para esforços prolongados e de intensidade leve à moderada.
- Fibras do tipo II a - Ressíntese oxidativa. São relacionadas à esforços de alta intensidade.
- Fibras do tipo II b - São também chamadas brancas. Tem baixa capacidade de ressíntese oxidativa e alta capacidade de ressíntese glicolítica (capacidade de extrair energia da glicose). Esforços de alta intensidade e curta duração.
Na maioria dos tipos de atividade desenvolvida por nossos músculos, as fibras do tipo I (lentas) são solicitadas antes das fibras rápidas. A exceção são os movimentos de força máxima. Alguns fatores podem interferir na ressíntese de ATP, são eles o treinamento e a dieta.

Fonte: Uol.com.br

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Brasileiro na expedição de Cicloescalada na Cordilheira dos Andes

O engenheiro florestal paranaense Ruddy Proença, 27 anos, o “Ruddy”, realiza expedição de cicloescalada (ciclismo com escalada em montanhas) pela Cordilheira dos Andes, desde janeiro de 2009, quando iniciou sua viagem de bicicleta sem data de retorno.“Viajar de bicicleta por si só já é uma experiência rica e reveladora, envolvendo corpo, mente, alma, espírito e coração em busca de um objetivo único: o conhecimento. Agora, quando se acrescenta uma dose de objetivos extras, como percorrer lugares remotos com pouco dinheiro e ainda escalar montanhas por rocha e gelo, esta experiência pode se tornar ainda mais dura, porém muito mais profunda e valiosa”, afirma Ruddy.Atualmente Ruddy deixa a Bolívia e parte em direção ao Perú.Rudy já pedalou mais de 8 mil quilômetros, atravessou 3 países e colecionou muitas histórias.Com pouco dinheiro, 80 kg de carga, muita disposição e um objetivo fixo, Ruddy partiu de Curitiba/PR em direção a Cordilheira dos Andes em janeiro de 2009.A maior parte do tempo a viagem é solitária, mas durante alguns trechos ele conta com a companhia de amigos ou pessoas que encontra pelo caminho.Até o momento o aventureiro teve de enfrentar diferentes condições de clima em sua viagem. Ao percorrer o deserto do Atacama, no Chile, Ruddy encarou as dificuldades do clima e ficou 5 dias seguidos sem contato com pessoas.





























Fonte: 360graus.com.br

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

MOUNTAIN BIKE

Se considerarmos mountain biking como andar de bicicleta em montanhas, tudo começou quando inventaram as primeiras bicicletas, mas se levarmos um pouco a sério, tudo começou quando foram inventadas as bicicletas de marcha. É claro que existiam pessoas que tentavam fazer mountain bike com bicicletas sem marcha, malucos ou masoquistas. Com o invento das marchas e, consequentemente de outros "acessórios", mountain biking passou de sofrimento para diversão e, é até mesmo um esporte popular, principalmente nos EUA e na Europa.

Hoje em dia o esporte cresce cada vez mais e até mesmo a ESPN está transmitindo competicões. A coisa ficou ainda melhor com as competicões de downhill (competição apenas com descidas muito ingremes), que são rápidas e divertidas de assistir. O único problema é que, com os preços das bicicletas e acessórios, o esporte não pode ficar popular, especialmente no Brasil. Para quem não sabe, hoje em dia, uma bicicleta considerada "decente" para uma competicão profissional custa no mínimo $2500 dólares, isso mesmo, dois mil e quinhentos dólares. Apesar dos preços variarem de $100 pra $7000 mil dólares, ninguém, com uma bicicleta de $100, pode competir com uma de $7000, por motivos óbvios. No Brasil isso é ainda pior porque as bicicletas custam quase o dobro do preço e ninguém gasta muita grana numa bicicleta por medo de assalto. Para acabar com todos esses problemas, seria preciso que o esporte ficasse popular, principalmente através da televisão, porque com isso os preços baixariam em função da lei da oferta e procura. Assim, todos, ciclistas e vendedores, ficariam satisfeitos. Isso, infelizmente, é sonho.

A melhor forma de se manter atualizado com o esporte é através de revistas e da internet. Na internet existe muita coisa boa, como está citado na seção de links.

O Mountain Bike tem 6 categorias principais: Cross Country, Downhill, Dual Slalom, Freeride, Trial e Uphill.

Cross Country - São corridas de longa distância, mais de 30 Km normalmente, chegando as vezes a mais de 100 Km com terreno variado e com várias subidas e descidas. Normalmente os circuitos não são muito técnicos e podem ser circuitos fechados com várias voltas ou ponto a ponto (trip trail). Para praticar você precisa ter uma bike leve, quanto mais leve melhor, de boa qualidade e você precisa ter muita resistência física. As velocidades máximas normalmente não passam de 50 Km/h. Assista um vídeo da modalidade clicando aqui.

Downhill - Apenas descidas. Normalmente as pistas são bem íngrimes e técnicas, com pedras, saltos, raízes e outros obstáculos. São pistas curtas, normalmente uns 4 km. A velocidade pode passar de 80 Km/h em alguns trechos. Para participar é necessário ter acessórios especiais de proteção e uma bike feita especialmente para essa modalidade, com duas suspensões, pneus grossos, freios a disco, etc. O peso da bike não importa, pois só há descidas. Assista um vídeo da modalidade clicando aqui.

Dual Slalom / 4X - É como o Slalom do Esqui, mas com dois competidores correndo em pistas paralelas. São colocadas bandeiras por onde o piloto deve passar, fazendo muitas curvas fechadas. E correm dois competidores ao mesmo tempo em pistas paralelas e quase identicas. Normalmente se usa bikes de downhill para descer, mas já estão sendo fabricadas bikes especialmente para dual slalom. As descidas também duram pouco como no downhill. Atualmente a modalidade evoluiu para o 4X (four X), onde usa-se uma pista única e correm 4 pilotos por vez. Assista um vídeo da modalidade.

Freeride - Normalmente, as bikes de downhill só servem para descer e as de cross country só tem suspensão dianteira e não aguentam "o tranco". A bike de freeride seria o meio termo: O conforto e precisão do downhill com a praticidade e leveza do cross country. Mas nem tudo é maravilha, profissionalmente esse tipo de bike não serve para muita coisa. Mas o objetivo é esse, ela foi feita pra pessoas que gostam de pedalar seriamente, mas não num nível profissional. Hoje em dia já existem competições de freeride, onde são julgados técnica, dificuldade e estilo, ao invés de rapidez.

Fonte: pedal.com.br

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Arvorismo

Segundo a versão mais difundida sobre a história do arvorismo, o esporte surgiu nos anos 80 na Costa Rica, onde cientistas pesquisavam a fauna e a flora de cima das árvores e, para evitar subidas e descidas constantes, resolveram criar uma forma de passar de um galho para o outro.
Mais tarde, a França e a Nova Zelândia adotaram a idéia como esporte de aventura. A Inglaterra conheceu o arvorismo em 1997, quando ativistas ecológicos utilizaram a prática para evitar a devastação de uma floresta.
Hoje a proposta do Arvorismo já alcançou outra fronteiras como o desenvolvimento de Recursos Humanos, a inserção em corridas de aventura, a implantação em parques públicos ou em áreas naturais particulares, tendo como objetivo, não somente proporcionar aventura aos participantes e uma forte integração com o meio natural, mas atuar como forma de desenvolvimento humano junto à natureza e fomentar a consciência de preservação ambiental.
No Brasil, o esporte chegou em 2001, quando a Alaya Expedições montou um circuito em Brotas em cima de postes de eucalipto com a marca Verticália.

Fonte: Brasilturismo.com.br

Asa Delta

Melhor época
De novembro a maio compreende-se o periodo de maior calor na cidade, sendo o ideal para a asa delta. Mesmo assim, durante todo o ano é possível voar.
Equipamentos
O equipamento básico para o vôo de asa delta é caro: cerca de US$1500. Este equipamento é composto de : Asa de pano simples; capacete; pára-quedas; variômetro; perneira ou casulo (depende do gosto do piloto). Um equipamento profissional pode chegar a US$ 10000.

Saiba mais
São realizadas etapas do campeonato carioca e internacional, geralmente no final do ano.
O Vôo duplo dura entre 20 e 40 min., dependendo das condições do vento.

Quando você for fazer um vôo duplo, exija a habilitação de piloto filiado à AVLRJ do profissional que você escolher.
O vôo da Pedra Bonita é considerado um dos vôos urbanos mais bonitos do mundo. Para se chegar na rampa de salto, só acompanhado de algum piloto de parapente ou asa delta, ou tendo o bilhete de vôo. Um dos pontos fortes deste vôo é o rápido resgate de helicóptero, em caso de acidentes.

Fonte: brasilturismo.com.br

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Como funciona a pesca no gelo?

É inverno e está frio demais para que as pessoas possam sair para jogar golfe ou uma partidinha de basquete. O que se pode fazer, em uma situação como essa? Que tal reunir alguns amigos, arrastar um abrigo portátil até o meio de um lago congelado, escavar um buraco no gelo e ficar batendo papo e tomando cerveja à espera que os peixes mordam a isca?

Ice fishing.
Esses pescadores no lago Riley, Minnesota, sabem que a pesca no gelo vale tanto pela companhia quanto pelos peixes.

A pesca no gelo vale tanto pela camaradagem e recreação nos meses gelados de inverno quanto pela pesca em si. Os puristas consideram que ela requer apenas fazer um buraco no gelo, baixar a linha e se acomodar em um banquinho, esperando que os peixes mordam a isca. Quem gosta de algum conforto constrói casas para neve mais equipadas (algumas das quais equipadas com refrigerantes e TV via satélite) a fim de se distrair enquanto os peixes não aparecem.

A pesca no gelo avançou muito desde a era em que os povos indígenas abriam buracos nos Grandes Lagos para encontrar comida durante o inverno. Embora a meta deles fosse simplesmente para sobrevivência, a pesca no gelo moderna é essencialmente esportiva (ainda que muita gente coma os peixes que apanha).

A pesca no gelo é popular no norte da Europa, bem como em boa parte da América do Norte (Alasca, Minnesota, Wisconsin, Vermont, New Hampshire, Ohio, Nova York e Canadá). Alguns dos lagos norte-americanos mais populares para pesca no gelo são o lago Simcoe, no Canadá (que se define como "a capital da pesca no gelo" no leste), o lago Mille Lacs, em Minnesota, que em um inverno típico recebe até cinco mil abrigos de pesca, o lago Champlain (em inglês), em Nova York, o lago Houghton, no Michigan, e o lago Winnipesaukke (em inglês), em New Hampshire.

Fonte: UOL.com

ESPORTES AQUÁTICOS

A vela é uma das atividades mais antigas da humanidade e com o seu desenvolvimento técnico e divulgação internacional no desenrolar dos tempos, permitiu a formação de um grande mercado mundial com potencial econômico. Em paralelo ao crescimento do mercado esportivo, houve uma transformação na abordagem da atividade física profissional, com a regulamentação da profissão de Educação Física. O esporte a vela vem de encontro com esta nova abordagem, pois é uma realidade para o profissional de Educação Física, visto que é uma atividade que necessita de ensino para que seu praticante possa de forma segura utilizar seu barco e equipamento. O profissional de Educação Física recebeu, então, uma grande responsabilidade com a inclusão oficial de diversas atividades físicas e esportivas na função da profissão, desta feita se tornou necessária à capacitação dos atuais e futuros profissionais de Educação Física.

Fonte: efdeportes.com

quinta-feira, 8 de outubro de 2009

CANOAGEM - Paulo Afonso

Aconteceu neste sábado (03/10), no sertão baiano, uma grande aventura de canoagem pelo Rio São Francisco envolvendo mais de 90 amantes do esporte, que suportaram o forte calor da região para completar os 9km disputados na categoria turismo e os 55km da categoria maratona.
Na categoria maratona, Sebastián Cuattrin, maior nome da história da canoagem brasileira, foi o vencedor da prova com o tempo de 5 horas e 55 minutos. Em segundo lugar, Josenilton e o terceiro lugar ficou com o atleta Alberto Oliveira. Entre as outras categorias que merecem destaque está a C1, que teve como campeão o Vilson Nascimento, campeão no pan-americano em 2007.
Para o canoísta Sebastián Cuattrin, , remar o Rio São Francisco foi a realização de um antigo sonho: “A natureza é exuberante, o trajeto realizado dentro de um cânion é maravilhoso. Contudo, foi preciso que os canoístas estivessem bem preparados, pois o sol da região e o vento contra durante o trajeto dentro do cânion castigou bastante”, disse.
A programação fez parte do Brasil Wild – Bahia Maratona de Canoagem, evento que partiu do município de Paulo Afonso, a 466km de Salvador, e chegou até a cidade sergipana de Belém do São Francisco.
Na categoria turismo, Rafael Neto foi o principal vencedor, chegando à frente de todos os competidores com um tempo inferior a uma hora. Os outros campeões das demais modalidades foram as duplas Carlo e Jefferson (masculino), Anildo e Marta (misto) e Luciana e Camila (feminino).

ALPINISMO OU MONTANHISMO

O montanhismo pode ser definido como a ascensão de montanhas por caminhada ou escalada. Faz parte de um conjunto de atividades bastante amplo, denominado excursionismo. O sábio tornou-se responsável pelo enorme interesse que as ascensões em montanha passaram a despertar, porém sob uma ótica mais científica do que esportiva. Medo e superstição ainda rondavam aqueles cumes nevados.
Devido ao fato do montanhismo ter-se iniciado nos Alpes, recebe também o nome de alpinismo, denominação que se generalizou bastante, tornando-se amplamente aceita. A rigor, a palavra "alpinismo" deveria ser reservada para as atividades montanhísticas realizadas nos Alpes, assim como "andinismo" para os Andes, "himalaismo" para o Himalaia, etc.
Primórdios - A Cordilheira dos Alpes é considerada o berço do montanhismo. A primeira ascensão de vulto a um dos seus picos foi o Monte Aiguille, em território francês, por Antoine de Ville, que realizou uma verdadeira escalada sobre rocha. Esse fato ocorreu em 1492 e causou enorme furor na época, pois acreditava-se que as altas montanhas eram habitadas por dragões e seres alienígenas. Tão intenso era esse temor, que as próximas conquistas alpinas importantes só se deram em 1744 (Monte Titlis), 1770 (Monte Buet) e 1779 (Monte Velan).
Em agosto de 1786, o médico Michel Gabriel Paccard e o montanhês, caçador e garimpeiro de cristais Jacques Balmat conseguiram atingir o teto da Europa Ocidental: o Monte Branco (4.807 m), situado nos Alpes franco-italianos. Tal aventura foi motivada por um prêmio oferecido por um cientista e naturalista suíço Horace Bénédict de Saussure, que pensava fazer naquele cume alguns ensaios científicos. De fato, um ano depois, o próprio Saussure chegou ao topo do monte, integrando uma expedição com Balmat e outros 17 guias, e ali realizou diversas experiências.
Durante os próximos 70 anos, algumas conquistas notáveis foram feitas na cadeia dos Alpes, entre elas o Jungfrau (1811), o Finsteraahorn (1812), o Watterhorn (1854) e o Monte Rosa (1855). Entretanto, só em 1856, quando um grupo de montanhistas conseguiu ascender ao cume do Monte Branco sem auxílio de um guia experiente, é que o esporte começou a apresentar um surto de popularidade na Europa. Encerrava-se, dessa forma, o período do montanhismo puramente exploratório e de caráter científico.
Vanguarda - Em 1857, era fundada a primeira associação de montanhismo do mundo - o Clube Alpino de Londres - conseqüência natural do fato de serem os ingleses na época, senhores quase absolutos das escaladas alpinas. Com a criação do clube, o esporte começava a se organizar. O exemplo inglês foi seguido pelos demais países, e logo apareceram diversas organizações em toda a Europa. Primeiro na Áustria, em 1862, e, um ano depois, na Suíça e Itália. Em 1874, surgia o Clube Alpino Francês.
Antes mesmo que muitos dos cumes alpinos fossem escalados pela primeira vez, esforços começaram a ser dirigidos para as montanhas de outras regiões do mundo. Os principais picos do Cáucaso foram conquistados por ingleses em 1868. Nos Andes, o Chimborazo foi vencido em 1880 e o ponto culminante das Américas - o Aconcágua (6.959 m) - em 1897. Na África, foi escalado o pico mais alto do continente - o Kilimanjaro (5.895 m) - em 1889, assim como o Kenya em 1899 e o maciço de Ruwenzori em 1906. A seguir, vieram o Trisul (Himalaia) em 1907 e o teto da América do Norte - o Monte McKinley (6.194 m), localizado no Alasca - em 1913.
Clássico - O período compreendido entre o final dos anos 20 e o início da Segunda Grande Guerra (1940) constituiu a época clássica do montanhismo esportivo. Com o aparecimento das técnicas, foram vencidos desafios de vulto na cadeia dos Alpes - como a face norte do Eiger em 1938 - e, em particular, no maciço dos Dolomitas e nas agulhas e paredões do maciço do Monte Branco.
No Himalaia, uma expedição anglo-americana obteve êxito sobre o Nanda Devi em 1936; no Wyoming (EUA), a Devil Tower (Torre do Diabo) foi escalada no ano seguinte. Outros picos - das Montanhas Rochosas ao Cáucaso e da Noruega à Antártica - receberam logo suas ascensões pioneiras. Registra-se nessa fase o aparecimento de escaladores habilidosos como o francês Pierre Allain e os italianos Emilio Comici, Ricardo Cassin e Giusto Gervasutti.
1º Período do montanhismo moderno - Este período compreendeu a segunda metade da década de 40 e toda a década de 50. Novas e difíceis vitórias foram conseguidas em toda a extensão da Cordilheira dos Alpes. Escaladores como Jean Couzy, Lionel Terray, Edouard Frendo, Louis Lachenal e Gaston Rébuffat deram continuidade às técnicas de escalada em rocha e gelo iniciadas por Armand Charlet, Couttet, Simond e Pierre Allain.
Em 1951, os italianos Walter Bonatti - um dos maiores alpinistas de todos os tempos - e Luciano Ghigo introduziram nos Alpes Ocidentais a técnica da progressão em artificial, aplicando-a na escalada do Grand Capucin. Notáveis ascensões foram realizadas por Cesari Maestri, Hermann Buhl, Rebitsch, René Desmaison e o talentoso Bonatti.
Nos Estados Unidos, consolidou-se o ataque às extensas paredes rochosas do vale do Yosemite: Lost Arrow (1947), Sentinel Rock (1950), Half Dome (1957) e um paredão de 1.000 metros no El Capitan (1958). Foi também a época de grandes feitos nas altas montanhas do Himalaia e do Karakoram, tais como: a primeira ascensão a um pico com mais de 8.000 metros, o Annapurna I (8.078 metros), em 1950, pelos franceses Maurice Herzog e Louis Lachenal; o Nanga Parbat (8.126 metros), em 1953, pelo austríaco Hermann Buhl; o Everest, ponto culminante do planeta (8.872 metros, segundo recentes medições por satélite), em maio de 1953, pelo neozelandês Edmund Hillary e o sherpa Tensing Norkay; e o K-2, segunda montanha mais alta do mundo (8.858 metros, também aferido por satélite), em 1954, pelos italianos Achille Compagnoni e Lino Lacedelli. Nos Andes, o Cerro Fitz Roy foi vencido em 1952 por Guido Magnone e Lionel Terray.
2º Período do montanhismo moderno - Finalmente, a partir do término da década de 50, apareceu o segundo período do montanhismo esportivo moderno, que se estende até nossos dias. Sucederam-se várias conquistas de picos, agulhas e paredes nos Alpes e nas Dolomitas. No Yosemite, o El Capitan e o Half Dome receberam novas vias, fruto de escaladas atléticas de extrema dificuldade. Nos Andes da Patagônia, foram escalados a Torre Central del Paine (1963), o Cerro Torre (1974) e a Torre Egger (1975).
Nas cadeias do Himalaia e Karakoram, com a redução do número de montanhas virgens por conquistar, novas vias de dificuldade cada vez maior foram abertas em picos anteriormente atingidos. Destacam-se os feitos de Reinhold Messner, que, além de ter subido o Everest em 1978 sem recorrer a oxigênio engarrafado, o Nanga Parbat em solo - isto é, desacompanhado - em 1979, e novamente o Everest, também em solo, em 1980, já escalou todos os 14 picos do planeta com altitude superior a 8.000 metros.
Mas nas últimas duas décadas, o montanhismo difundiu-se por um sem-número de países e tem experimentado, na atualidade, um constante progresso evolutivo. Sua organização, em âmbito mundial, encontra-se a cargo da Union Internationale des Associations des Alpinisme - UIAA, com sede em Genebra (Suíça), congregando federações do mundo inteiro.

Fonte: Coladaweb.com

segunda-feira, 5 de outubro de 2009

PARAQUEDISMO

O pára-quedismo

Conheça um mundo repleto de coragem, dinamismo, aventura e adrenalina, que permite estar sempre no ar, voando. Um mundo de imagens fantásticas em manobras de tirar o fôlego. Um mundo chamado pára-quedismo. Considerado o mais radical entre todos os esportes, também se tornou um dos mais seguros. Com novas tecnologias e equipamentos de última geração, o pára-quedismo moderno se desenvolveu de maneira impressionante, oferecendo todos os recursos possíveis para que o atleta salte cada vez mais e melhor.


Fonte: Brasil Paraquedismo

Lagoa Misteriosa

Lagoa Misteriosa reabre em Bonito (MS) após três anos



Bonito (MS), um dos locais mais procurados do país para a prática de ecoturismo e turismo de aventura, receberá um “presente” nos próximos dias, a reabertura da Lagoa Misteriosa.
O local tem esse nome porque o fim dela é desconhecido, a pessoa que chegou mais longe nas profundezas da lagoa alcançou a marca de 220 metros, porém ninguém sabe o que tem mais abaixo desta marca. De visibilidade, a lagoa tem 40 metros. A 17 metros de profundidade abrem-se dois poços, com cerca de 10 metros de diâmetro, que descem verticalmente para mais de 240 metros de profundidade.
O mergulho é uma das atividades mais procuradas, mas há três anos, a Lagoa Misteriosa estava fechada para se adequar às exigências governamentais. Peixes e plantas aquáticas são os atrativos da atividade.
Dentre as novas normas, os visitantes poderão flutuar na Lagoa Misteriosa e utilizar snorkle. Para mergulho até 21 metros, é exigida a participação de um guia de caverna, e 60 metros será a marca mais profunda permitida.

Fonte: Braziltour.com.br

sábado, 3 de outubro de 2009

VOÇÊ CONHECE KITE SURF

O que é o Kitesurf

Voar sobre a água puxado por uma pipa. Esse é o princípio do kitesurf, um esporte relativamente novo, mas que vem ganhando novos adeptos ao redor do mundo. O equipamento do kite é basicamente a pipa e a prancha.
O Brasileiro de Kitesurf.
O esporte é uma mistura de surfe, windsurf e wakeboard, e surge como uma opção aos praticantes desses esportes em dias onde as condições do tempo não são favoráveis, perigoso para o atleta .
A pipa é feita do mesmo material utilizado na fabricação de uma asa-delta. Já a prancha pode ser tanto uma especial para o kite, como também uma prancha de surf. A segurança é um fator primordial no esporte, já que qualquer vacilo pode trazer sérios prejuízos ao praticante.
Onde praticar o Kitesurf
O kitesurf pode ser praticado no mar, em lagos, represas, com ventos fortes ou fracos, já que a aerodinâmica da prancha facilita o vôo nas diversas condições de vento. Mas a idéia é a mesma do que no windsurf: quanto mais vento, menor a área do kite.
Por ser um esporte perigoso, na hora de velejar é importante manter uma distância de pelo menos 100 m dos banhistas e de embarcações, para evitar maiores problemas. Deve-se ter cuidado também com os fios de eletricidade.
O Brasil tem um grande potencial para o kitesurf, já que seus 8.000 km de costa proporcionam muitas opções aos praticantes. O clima do país também ajuda bastante, permitindo a prática do kitesurf durante o ano todo.
No Brasil, os locais que se destacam pelas boas condições que proporcionam para o esporte são o Nordeste e o litoral paulista, com destaque para o Ceará e para Ilhabela. já realizou etapas em Porto de Galinhas, em Pernambuco, Porto das Dunas, em Fortaleza, na praia do Coqueiro, no Piauí e na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Já os principais picos mundiais são Coche Island, na Venezuela, Fuerteventura, nas Ilhas Canárias, Tarifa, na Espanha, Bélgia, na República Dominicana. O Mundial de Kitesurf já passou pelo Brasil, em João Pessoa, na Praia de Tambaú.

Manobras do Kitesurf
As manobras utilizadas no kitesurf são uma mistura das feitas no surf, no wakeboard e no windsurf. Essas manobras adaptadas criam novos conceitos e nomes, mas o princípio é o mesmo.
O kitesurf apresenta três tipos de manobras. As de transição, as de salto e as feitas na onda. Para cada uma dessas três opções existem termos e pontuações diferentes.
As de transição são as mudanças de direção feitas pelo atleta. Com uma manobra desse tipo o kiteboarder muda a direção que estava seguindo.
As manobras de salto são feitas no ar e visivelmente são as mais bonitas. Já foram registrados saltos de até sete segundos. É nesse tipo de manobra que o kiteboarder literalmente pode voar.
E por último também existem as manobras feitas na onda. Geralmente essas manobras são adaptadas do surf. O grau de dificuldade é alto, já que em caso de queda é se enrolar nas linhas da pipa.


Fonte: Kite.com.br