Nutrição - Em situação de repouso ou de exercício, a ressíntese de ATP acontece através da produção de energia, a partir de diferentes substratos energéticos.
A ressíntese de ATP precisa ser feita logo que iniciamos algum exercício físico. O aumento no consumo de energia produz aumento do consumo de oxigênio, portanto, sempre que o organismo tem um consumo maior de ATP, precisamos de um tempo para organizar a disponibilidade de oxigênio, porque se faz necessário a queima de substratos energéticos. Porém, somos capazes de ressintetizar o ATP, sem a presença de oxigênio, em condições que o organismo não pode esperar pela disponibilidade de oxigênio (é uma adaptação por processo oxidativo aeróbio).
A capacidade do nosso organismo ressintetizar ATP, pode ser em condições aeróbias e anaeróbias (presença ou não de oxigênio) e isto por causa de nossos músculos. Temos diferentes fibras musculares capacitadas à gerar energia em cada condição.
- Fibras do tipo I (Contração lenta - oxidativa) - São também chamadas de vermelhas, fazem a ressíntese oxidativa de ATP e são recrutadas para esforços prolongados e de intensidade leve à moderada.
- Fibras do tipo II a - Ressíntese oxidativa. São relacionadas à esforços de alta intensidade.
- Fibras do tipo II b - São também chamadas brancas. Tem baixa capacidade de ressíntese oxidativa e alta capacidade de ressíntese glicolítica (capacidade de extrair energia da glicose). Esforços de alta intensidade e curta duração.
Na maioria dos tipos de atividade desenvolvida por nossos músculos, as fibras do tipo I (lentas) são solicitadas antes das fibras rápidas. A exceção são os movimentos de força máxima. Alguns fatores podem interferir na ressíntese de ATP, são eles o treinamento e a dieta.
Fonte: Uol.com.br
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