Aconteceu neste sábado (03/10), no sertão baiano, uma grande aventura de canoagem pelo Rio São Francisco envolvendo mais de 90 amantes do esporte, que suportaram o forte calor da região para completar os 9km disputados na categoria turismo e os 55km da categoria maratona.
Na categoria maratona, Sebastián Cuattrin, maior nome da história da canoagem brasileira, foi o vencedor da prova com o tempo de 5 horas e 55 minutos. Em segundo lugar, Josenilton e o terceiro lugar ficou com o atleta Alberto Oliveira. Entre as outras categorias que merecem destaque está a C1, que teve como campeão o Vilson Nascimento, campeão no pan-americano em 2007.
Para o canoísta Sebastián Cuattrin, , remar o Rio São Francisco foi a realização de um antigo sonho: “A natureza é exuberante, o trajeto realizado dentro de um cânion é maravilhoso. Contudo, foi preciso que os canoístas estivessem bem preparados, pois o sol da região e o vento contra durante o trajeto dentro do cânion castigou bastante”, disse.
A programação fez parte do Brasil Wild – Bahia Maratona de Canoagem, evento que partiu do município de Paulo Afonso, a 466km de Salvador, e chegou até a cidade sergipana de Belém do São Francisco.
Na categoria turismo, Rafael Neto foi o principal vencedor, chegando à frente de todos os competidores com um tempo inferior a uma hora. Os outros campeões das demais modalidades foram as duplas Carlo e Jefferson (masculino), Anildo e Marta (misto) e Luciana e Camila (feminino).
quinta-feira, 8 de outubro de 2009
ALPINISMO OU MONTANHISMO
Devido ao fato do montanhismo ter-se iniciado nos Alpes, recebe também o nome de alpinismo, denominação que se generalizou bastante, tornando-se amplamente aceita. A rigor, a palavra "alpinismo" deveria ser reservada para as atividades montanhísticas realizadas nos Alpes, assim como "andinismo" para os Andes, "himalaismo" para o Himalaia, etc.
Primórdios - A Cordilheira dos Alpes é considerada o berço do montanhismo. A primeira ascensão de vulto a um dos seus picos foi o Monte Aiguille, em território francês, por Antoine de Ville, que realizou uma verdadeira escalada sobre rocha. Esse fato ocorreu em 1492 e causou enorme furor na época, pois acreditava-se que as altas montanhas eram habitadas por dragões e seres alienígenas. Tão intenso era esse temor, que as próximas conquistas alpinas importantes só se deram em 1744 (Monte Titlis), 1770 (Monte Buet) e 1779 (Monte Velan).
Em agosto de 1786, o médico Michel Gabriel Paccard e o montanhês, caçador e garimpeiro de cristais Jacques Balmat conseguiram atingir o teto da Europa Ocidental: o Monte Branco (4.807 m), situado nos Alpes franco-italianos. Tal aventura foi motivada por um prêmio oferecido por um cientista e naturalista suíço Horace Bénédict de Saussure, que pensava fazer naquele cume alguns ensaios científicos. De fato, um ano depois, o próprio Saussure chegou ao topo do monte, integrando uma expedição com Balmat e outros 17 guias, e ali realizou diversas experiências.
Durante os próximos 70 anos, algumas conquistas notáveis foram feitas na cadeia dos Alpes, entre elas o Jungfrau (1811), o Finsteraahorn (1812), o Watterhorn (1854) e o Monte Rosa (1855). Entretanto, só em 1856, quando um grupo de montanhistas conseguiu ascender ao cume do Monte Branco sem auxílio de um guia experiente, é que o esporte começou a apresentar um surto de popularidade na Europa. Encerrava-se, dessa forma, o período do montanhismo puramente exploratório e de caráter científico.
Vanguarda - Em 1857, era fundada a primeira associação de montanhismo do mundo - o Clube Alpino de Londres - conseqüência natural do fato de serem os ingleses na época, senhores quase absolutos das escaladas alpinas. Com a criação do clube, o esporte começava a se organizar. O exemplo inglês foi seguido pelos demais países, e logo apareceram diversas organizações em toda a Europa. Primeiro na Áustria, em 1862, e, um ano depois, na Suíça e Itália. Em 1874, surgia o Clube Alpino Francês.
Antes mesmo que muitos dos cumes alpinos fossem escalados pela primeira vez, esforços começaram a ser dirigidos para as montanhas de outras regiões do mundo. Os principais picos do Cáucaso foram conquistados por ingleses em 1868. Nos Andes, o Chimborazo foi vencido em 1880 e o ponto culminante das Américas - o Aconcágua (6.959 m) - em 1897. Na África, foi escalado o pico mais alto do continente - o Kilimanjaro (5.895 m) - em 1889, assim como o Kenya em 1899 e o maciço de Ruwenzori em 1906. A seguir, vieram o Trisul (Himalaia) em 1907 e o teto da América do Norte - o Monte McKinley (6.194 m), localizado no Alasca - em 1913.
Clássico - O período compreendido entre o final dos anos 20 e o início da Segunda Grande Guerra (1940) constituiu a época clássica do montanhismo esportivo. Com o aparecimento das técnicas, foram vencidos desafios de vulto na cadeia dos Alpes - como a face norte do Eiger em 1938 - e, em particular, no maciço dos Dolomitas e nas agulhas e paredões do maciço do Monte Branco.
No Himalaia, uma expedição anglo-americana obteve êxito sobre o Nanda Devi em 1936; no Wyoming (EUA), a Devil Tower (Torre do Diabo) foi escalada no ano seguinte. Outros picos - das Montanhas Rochosas ao Cáucaso e da Noruega à Antártica - receberam logo suas ascensões pioneiras. Registra-se nessa fase o aparecimento de escaladores habilidosos como o francês Pierre Allain e os italianos Emilio Comici, Ricardo Cassin e Giusto Gervasutti.
1º Período do montanhismo moderno - Este período compreendeu a segunda metade da década de 40 e toda a década de 50. Novas e difíceis vitórias foram conseguidas em toda a extensão da Cordilheira dos Alpes. Escaladores como Jean Couzy, Lionel Terray, Edouard Frendo, Louis Lachenal e Gaston Rébuffat deram continuidade às técnicas de escalada em rocha e gelo iniciadas por Armand Charlet, Couttet, Simond e Pierre Allain.
Em 1951, os italianos Walter Bonatti - um dos maiores alpinistas de todos os tempos - e Luciano Ghigo introduziram nos Alpes Ocidentais a técnica da progressão em artificial, aplicando-a na escalada do Grand Capucin. Notáveis ascensões foram realizadas por Cesari Maestri, Hermann Buhl, Rebitsch, René Desmaison e o talentoso Bonatti.
Nos Estados Unidos, consolidou-se o ataque às extensas paredes rochosas do vale do Yosemite: Lost Arrow (1947), Sentinel Rock (1950), Half Dome (1957) e um paredão de 1.000 metros no El Capitan (1958). Foi também a época de grandes feitos nas altas montanhas do Himalaia e do Karakoram, tais como: a primeira ascensão a um pico com mais de 8.000 metros, o Annapurna I (8.078 metros), em 1950, pelos franceses Maurice Herzog e Louis Lachenal; o Nanga Parbat (8.126 metros), em 1953, pelo austríaco Hermann Buhl; o Everest, ponto culminante do planeta (8.872 metros, segundo recentes medições por satélite), em maio de 1953, pelo neozelandês Edmund Hillary e o sherpa Tensing Norkay; e o K-2, segunda montanha mais alta do mundo (8.858 metros, também aferido por satélite), em 1954, pelos italianos Achille Compagnoni e Lino Lacedelli. Nos Andes, o Cerro Fitz Roy foi vencido em 1952 por Guido Magnone e Lionel Terray.
2º Período do montanhismo moderno - Finalmente, a partir do término da década de 50, apareceu o segundo período do montanhismo esportivo moderno, que se estende até nossos dias. Sucederam-se várias conquistas de picos, agulhas e paredes nos Alpes e nas Dolomitas. No Yosemite, o El Capitan e o Half Dome receberam novas vias, fruto de escaladas atléticas de extrema dificuldade. Nos Andes da Patagônia, foram escalados a Torre Central del Paine (1963), o Cerro Torre (1974) e a Torre Egger (1975).
Nas cadeias do Himalaia e Karakoram, com a redução do número de montanhas virgens por conquistar, novas vias de dificuldade cada vez maior foram abertas em picos anteriormente atingidos. Destacam-se os feitos de Reinhold Messner, que, além de ter subido o Everest em 1978 sem recorrer a oxigênio engarrafado, o Nanga Parbat em solo - isto é, desacompanhado - em 1979, e novamente o Everest, também em solo, em 1980, já escalou todos os 14 picos do planeta com altitude superior a 8.000 metros.
Mas nas últimas duas décadas, o montanhismo difundiu-se por um sem-número de países e tem experimentado, na atualidade, um constante progresso evolutivo. Sua organização, em âmbito mundial, encontra-se a cargo da Union Internationale des Associations des Alpinisme - UIAA, com sede em Genebra (Suíça), congregando federações do mundo inteiro.
Fonte: Coladaweb.com
segunda-feira, 5 de outubro de 2009
PARAQUEDISMO
| O pára-quedismo |
Conheça um mundo repleto de coragem, dinamismo, aventura e adrenalina, que permite estar sempre no ar, voando. Um mundo de imagens fantásticas em manobras de tirar o fôlego. Um mundo chamado pára-quedismo. Considerado o mais radical entre todos os esportes, também se tornou um dos mais seguros. Com novas tecnologias e equipamentos de última geração, o pára-quedismo moderno se desenvolveu de maneira impressionante, oferecendo todos os recursos possíveis para que o atleta salte cada vez mais e melhor.
Fonte: Brasil Paraquedismo
Lagoa Misteriosa
Bonito (MS), um dos locais mais procurados do país para a prática de ecoturismo e turismo de aventura, receberá um “presente” nos próximos dias, a reabertura da Lagoa Misteriosa.
O local tem esse nome porque o fim dela é desconhecido, a pessoa que chegou mais longe nas profundezas da lagoa alcançou a marca de 220 metros, porém ninguém sabe o que tem mais abaixo desta marca. De visibilidade, a lagoa tem 40 metros. A 17 metros de profundidade abrem-se dois poços, com cerca de 10 metros de diâmetro, que descem verticalmente para mais de 240 metros de profundidade.
O mergulho é uma das atividades mais procuradas, mas há três anos, a Lagoa Misteriosa estava fechada para se adequar às exigências governamentais. Peixes e plantas aquáticas são os atrativos da atividade.
Dentre as novas normas, os visitantes poderão flutuar na Lagoa Misteriosa e utilizar snorkle. Para mergulho até 21 metros, é exigida a participação de um guia de caverna, e 60 metros será a marca mais profunda permitida.
O local tem esse nome porque o fim dela é desconhecido, a pessoa que chegou mais longe nas profundezas da lagoa alcançou a marca de 220 metros, porém ninguém sabe o que tem mais abaixo desta marca. De visibilidade, a lagoa tem 40 metros. A 17 metros de profundidade abrem-se dois poços, com cerca de 10 metros de diâmetro, que descem verticalmente para mais de 240 metros de profundidade.
O mergulho é uma das atividades mais procuradas, mas há três anos, a Lagoa Misteriosa estava fechada para se adequar às exigências governamentais. Peixes e plantas aquáticas são os atrativos da atividade.
Dentre as novas normas, os visitantes poderão flutuar na Lagoa Misteriosa e utilizar snorkle. Para mergulho até 21 metros, é exigida a participação de um guia de caverna, e 60 metros será a marca mais profunda permitida.
Fonte: Braziltour.com.br
sábado, 3 de outubro de 2009
VOÇÊ CONHECE KITE SURF
Voar sobre a água puxado por uma pipa. Esse é o princípio do kitesurf, um esporte relativamente novo, mas que vem ganhando novos adeptos ao redor do mundo. O equipamento do kite é basicamente a pipa e a prancha.
O Brasileiro de Kitesurf.
O esporte é uma mistura de surfe, windsurf e wakeboard, e surge como uma opção aos praticantes desses esportes em dias onde as condições do tempo não são favoráveis, perigoso para o atleta .
A pipa é feita do mesmo material utilizado na fabricação de uma asa-delta. Já a prancha pode ser tanto uma especial para o kite, como também uma prancha de surf. A segurança é um fator primordial no esporte, já que qualquer vacilo pode trazer sérios prejuízos ao praticante.
Onde praticar o Kitesurf
O kitesurf pode ser praticado no mar, em lagos, represas, com ventos fortes ou fracos, já que a aerodinâmica da prancha facilita o vôo nas diversas condições de vento. Mas a idéia é a mesma do que no windsurf: quanto mais vento, menor a área do kite.
Por ser um esporte perigoso, na hora de velejar é importante manter uma distância de pelo menos 100 m dos banhistas e de embarcações, para evitar maiores problemas. Deve-se ter cuidado também com os fios de eletricidade.
O Brasil tem um grande potencial para o kitesurf, já que seus 8.000 km de costa proporcionam muitas opções aos praticantes. O clima do país também ajuda bastante, permitindo a prática do kitesurf durante o ano todo.
No Brasil, os locais que se destacam pelas boas condições que proporcionam para o esporte são o Nordeste e o litoral paulista, com destaque para o Ceará e para Ilhabela. já realizou etapas em Porto de Galinhas, em Pernambuco, Porto das Dunas, em Fortaleza, na praia do Coqueiro, no Piauí e na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Já os principais picos mundiais são Coche Island, na Venezuela, Fuerteventura, nas Ilhas Canárias, Tarifa, na Espanha, Bélgia, na República Dominicana. O Mundial de Kitesurf já passou pelo Brasil, em João Pessoa, na Praia de Tambaú.
Manobras do Kitesurf
As manobras utilizadas no kitesurf são uma mistura das feitas no surf, no wakeboard e no windsurf. Essas manobras adaptadas criam novos conceitos e nomes, mas o princípio é o mesmo.
O kitesurf apresenta três tipos de manobras. As de transição, as de salto e as feitas na onda. Para cada uma dessas três opções existem termos e pontuações diferentes.
As de transição são as mudanças de direção feitas pelo atleta. Com uma manobra desse tipo o kiteboarder muda a direção que estava seguindo.
As manobras de salto são feitas no ar e visivelmente são as mais bonitas. Já foram registrados saltos de até sete segundos. É nesse tipo de manobra que o kiteboarder literalmente pode voar.
E por último também existem as manobras feitas na onda. Geralmente essas manobras são adaptadas do surf. O grau de dificuldade é alto, já que em caso de queda é se enrolar nas linhas da pipa.
O Brasileiro de Kitesurf.
O esporte é uma mistura de surfe, windsurf e wakeboard, e surge como uma opção aos praticantes desses esportes em dias onde as condições do tempo não são favoráveis, perigoso para o atleta .
A pipa é feita do mesmo material utilizado na fabricação de uma asa-delta. Já a prancha pode ser tanto uma especial para o kite, como também uma prancha de surf. A segurança é um fator primordial no esporte, já que qualquer vacilo pode trazer sérios prejuízos ao praticante.
Onde praticar o Kitesurf
O kitesurf pode ser praticado no mar, em lagos, represas, com ventos fortes ou fracos, já que a aerodinâmica da prancha facilita o vôo nas diversas condições de vento. Mas a idéia é a mesma do que no windsurf: quanto mais vento, menor a área do kite.
Por ser um esporte perigoso, na hora de velejar é importante manter uma distância de pelo menos 100 m dos banhistas e de embarcações, para evitar maiores problemas. Deve-se ter cuidado também com os fios de eletricidade.
O Brasil tem um grande potencial para o kitesurf, já que seus 8.000 km de costa proporcionam muitas opções aos praticantes. O clima do país também ajuda bastante, permitindo a prática do kitesurf durante o ano todo.
No Brasil, os locais que se destacam pelas boas condições que proporcionam para o esporte são o Nordeste e o litoral paulista, com destaque para o Ceará e para Ilhabela. já realizou etapas em Porto de Galinhas, em Pernambuco, Porto das Dunas, em Fortaleza, na praia do Coqueiro, no Piauí e na Barra da Tijuca, no Rio de Janeiro.
Já os principais picos mundiais são Coche Island, na Venezuela, Fuerteventura, nas Ilhas Canárias, Tarifa, na Espanha, Bélgia, na República Dominicana. O Mundial de Kitesurf já passou pelo Brasil, em João Pessoa, na Praia de Tambaú.
Manobras do Kitesurf
As manobras utilizadas no kitesurf são uma mistura das feitas no surf, no wakeboard e no windsurf. Essas manobras adaptadas criam novos conceitos e nomes, mas o princípio é o mesmo.
O kitesurf apresenta três tipos de manobras. As de transição, as de salto e as feitas na onda. Para cada uma dessas três opções existem termos e pontuações diferentes.
As de transição são as mudanças de direção feitas pelo atleta. Com uma manobra desse tipo o kiteboarder muda a direção que estava seguindo.
As manobras de salto são feitas no ar e visivelmente são as mais bonitas. Já foram registrados saltos de até sete segundos. É nesse tipo de manobra que o kiteboarder literalmente pode voar.
E por último também existem as manobras feitas na onda. Geralmente essas manobras são adaptadas do surf. O grau de dificuldade é alto, já que em caso de queda é se enrolar nas linhas da pipa.
Fonte: Kite.com.br
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