segunda-feira, 7 de dezembro de 2009

BALONISMO

Dia 8 de agosto comemora-se o Dia do Balonismo em todo o mundo. E neste ano, para lembrar os 300 anos da invenção do balão a ar quente pelo brasileiro Bartholomeu de Gusmão, mais de 100 pilotos de 18 países, nos cinco continentes, voarão em homenagem.
Entre os pilotos confirmados, destaque para o sueco Jan Balkedal, único piloto a particpar de todos os campeonatos mundiais de balonismo até hoje. Nas 17 edições disputadas desde 1973, Balkedal foi duas vezes vice-campeão.
A iniciativa de promover o evento é da balonista brasileira e membro da Comissão 300 anos do Balão, Gabriela Slavec, que participa de competições internacionais há mais de 10 anos. "Tenho contato com pilotos de diversos países. Além deles, enviei o convite para algumas listas de e-mail de balonismo internacional de que faço parte" explica.
Segundo Gabriela, a maioria não conhecia Bartholomeu de Gusmão e agradeceu o envio das informações. Nos Estados Unidos, um dos pilotos levará a bordo um fotógrafo do Museu Aeroespacial Smithsoniano - dono de um dos maiores acervos mundiais da aviação. Na Nova Zelândia, o voo será televisionado por uma emissora local.
Todos seguirão um ritual que começará com a leitura de material enviado por Gabriela sobre a vida de Gusmão (ver link em pdf ao final). Os pilotos subirão aos ares levando uma bandeira estampada com o logo dos 300 anos e registrarão o voo com fotos que serão enviadas depois ao Brasil, juntamente com o estandarte.
Em Santos (SP), a comemoração também contará com balões. "Um deles ficará na praia a partir das 16h, para que o público possa conhecê-lo de perto. Serão organizados grupos de dez pessoas, que poderão entrar no balão e receber explicações de como ele funciona. No final da tarde, mais dois balões serão inflados para uma apresentação. Antes do jogo entre Santos e Avaí, outro será inflado no campo (na Vila Belmiro), para homenagear Gusmão. Será um balão especial, um pouco menor, em que somente uma pessoa pode voar, sentado como se estivesse numa cadeirinha", antecipa Gabriela.

Fonte: oradical.uol.com.br

NUTRIÇÃO E ESPORTE

Nutrição - Em situação de repouso ou de exercício, a ressíntese de ATP acontece através da produção de energia, a partir de diferentes substratos energéticos.
A ressíntese de ATP precisa ser feita logo que iniciamos algum exercício físico. O aumento no consumo de energia produz aumento do consumo de oxigênio, portanto, sempre que o organismo tem um consumo maior de ATP, precisamos de um tempo para organizar a disponibilidade de oxigênio, porque se faz necessário a queima de substratos energéticos. Porém, somos capazes de ressintetizar o ATP, sem a presença de oxigênio, em condições que o organismo não pode esperar pela disponibilidade de oxigênio (é uma adaptação por processo oxidativo aeróbio).
A capacidade do nosso organismo ressintetizar ATP, pode ser em condições aeróbias e anaeróbias (presença ou não de oxigênio) e isto por causa de nossos músculos. Temos diferentes fibras musculares capacitadas à gerar energia em cada condição.
- Fibras do tipo I (Contração lenta - oxidativa) - São também chamadas de vermelhas, fazem a ressíntese oxidativa de ATP e são recrutadas para esforços prolongados e de intensidade leve à moderada.
- Fibras do tipo II a - Ressíntese oxidativa. São relacionadas à esforços de alta intensidade.
- Fibras do tipo II b - São também chamadas brancas. Tem baixa capacidade de ressíntese oxidativa e alta capacidade de ressíntese glicolítica (capacidade de extrair energia da glicose). Esforços de alta intensidade e curta duração.
Na maioria dos tipos de atividade desenvolvida por nossos músculos, as fibras do tipo I (lentas) são solicitadas antes das fibras rápidas. A exceção são os movimentos de força máxima. Alguns fatores podem interferir na ressíntese de ATP, são eles o treinamento e a dieta.

Fonte: Uol.com.br

terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Brasileiro na expedição de Cicloescalada na Cordilheira dos Andes

O engenheiro florestal paranaense Ruddy Proença, 27 anos, o “Ruddy”, realiza expedição de cicloescalada (ciclismo com escalada em montanhas) pela Cordilheira dos Andes, desde janeiro de 2009, quando iniciou sua viagem de bicicleta sem data de retorno.“Viajar de bicicleta por si só já é uma experiência rica e reveladora, envolvendo corpo, mente, alma, espírito e coração em busca de um objetivo único: o conhecimento. Agora, quando se acrescenta uma dose de objetivos extras, como percorrer lugares remotos com pouco dinheiro e ainda escalar montanhas por rocha e gelo, esta experiência pode se tornar ainda mais dura, porém muito mais profunda e valiosa”, afirma Ruddy.Atualmente Ruddy deixa a Bolívia e parte em direção ao Perú.Rudy já pedalou mais de 8 mil quilômetros, atravessou 3 países e colecionou muitas histórias.Com pouco dinheiro, 80 kg de carga, muita disposição e um objetivo fixo, Ruddy partiu de Curitiba/PR em direção a Cordilheira dos Andes em janeiro de 2009.A maior parte do tempo a viagem é solitária, mas durante alguns trechos ele conta com a companhia de amigos ou pessoas que encontra pelo caminho.Até o momento o aventureiro teve de enfrentar diferentes condições de clima em sua viagem. Ao percorrer o deserto do Atacama, no Chile, Ruddy encarou as dificuldades do clima e ficou 5 dias seguidos sem contato com pessoas.





























Fonte: 360graus.com.br

quinta-feira, 19 de novembro de 2009

MOUNTAIN BIKE

Se considerarmos mountain biking como andar de bicicleta em montanhas, tudo começou quando inventaram as primeiras bicicletas, mas se levarmos um pouco a sério, tudo começou quando foram inventadas as bicicletas de marcha. É claro que existiam pessoas que tentavam fazer mountain bike com bicicletas sem marcha, malucos ou masoquistas. Com o invento das marchas e, consequentemente de outros "acessórios", mountain biking passou de sofrimento para diversão e, é até mesmo um esporte popular, principalmente nos EUA e na Europa.

Hoje em dia o esporte cresce cada vez mais e até mesmo a ESPN está transmitindo competicões. A coisa ficou ainda melhor com as competicões de downhill (competição apenas com descidas muito ingremes), que são rápidas e divertidas de assistir. O único problema é que, com os preços das bicicletas e acessórios, o esporte não pode ficar popular, especialmente no Brasil. Para quem não sabe, hoje em dia, uma bicicleta considerada "decente" para uma competicão profissional custa no mínimo $2500 dólares, isso mesmo, dois mil e quinhentos dólares. Apesar dos preços variarem de $100 pra $7000 mil dólares, ninguém, com uma bicicleta de $100, pode competir com uma de $7000, por motivos óbvios. No Brasil isso é ainda pior porque as bicicletas custam quase o dobro do preço e ninguém gasta muita grana numa bicicleta por medo de assalto. Para acabar com todos esses problemas, seria preciso que o esporte ficasse popular, principalmente através da televisão, porque com isso os preços baixariam em função da lei da oferta e procura. Assim, todos, ciclistas e vendedores, ficariam satisfeitos. Isso, infelizmente, é sonho.

A melhor forma de se manter atualizado com o esporte é através de revistas e da internet. Na internet existe muita coisa boa, como está citado na seção de links.

O Mountain Bike tem 6 categorias principais: Cross Country, Downhill, Dual Slalom, Freeride, Trial e Uphill.

Cross Country - São corridas de longa distância, mais de 30 Km normalmente, chegando as vezes a mais de 100 Km com terreno variado e com várias subidas e descidas. Normalmente os circuitos não são muito técnicos e podem ser circuitos fechados com várias voltas ou ponto a ponto (trip trail). Para praticar você precisa ter uma bike leve, quanto mais leve melhor, de boa qualidade e você precisa ter muita resistência física. As velocidades máximas normalmente não passam de 50 Km/h. Assista um vídeo da modalidade clicando aqui.

Downhill - Apenas descidas. Normalmente as pistas são bem íngrimes e técnicas, com pedras, saltos, raízes e outros obstáculos. São pistas curtas, normalmente uns 4 km. A velocidade pode passar de 80 Km/h em alguns trechos. Para participar é necessário ter acessórios especiais de proteção e uma bike feita especialmente para essa modalidade, com duas suspensões, pneus grossos, freios a disco, etc. O peso da bike não importa, pois só há descidas. Assista um vídeo da modalidade clicando aqui.

Dual Slalom / 4X - É como o Slalom do Esqui, mas com dois competidores correndo em pistas paralelas. São colocadas bandeiras por onde o piloto deve passar, fazendo muitas curvas fechadas. E correm dois competidores ao mesmo tempo em pistas paralelas e quase identicas. Normalmente se usa bikes de downhill para descer, mas já estão sendo fabricadas bikes especialmente para dual slalom. As descidas também duram pouco como no downhill. Atualmente a modalidade evoluiu para o 4X (four X), onde usa-se uma pista única e correm 4 pilotos por vez. Assista um vídeo da modalidade.

Freeride - Normalmente, as bikes de downhill só servem para descer e as de cross country só tem suspensão dianteira e não aguentam "o tranco". A bike de freeride seria o meio termo: O conforto e precisão do downhill com a praticidade e leveza do cross country. Mas nem tudo é maravilha, profissionalmente esse tipo de bike não serve para muita coisa. Mas o objetivo é esse, ela foi feita pra pessoas que gostam de pedalar seriamente, mas não num nível profissional. Hoje em dia já existem competições de freeride, onde são julgados técnica, dificuldade e estilo, ao invés de rapidez.

Fonte: pedal.com.br

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Arvorismo

Segundo a versão mais difundida sobre a história do arvorismo, o esporte surgiu nos anos 80 na Costa Rica, onde cientistas pesquisavam a fauna e a flora de cima das árvores e, para evitar subidas e descidas constantes, resolveram criar uma forma de passar de um galho para o outro.
Mais tarde, a França e a Nova Zelândia adotaram a idéia como esporte de aventura. A Inglaterra conheceu o arvorismo em 1997, quando ativistas ecológicos utilizaram a prática para evitar a devastação de uma floresta.
Hoje a proposta do Arvorismo já alcançou outra fronteiras como o desenvolvimento de Recursos Humanos, a inserção em corridas de aventura, a implantação em parques públicos ou em áreas naturais particulares, tendo como objetivo, não somente proporcionar aventura aos participantes e uma forte integração com o meio natural, mas atuar como forma de desenvolvimento humano junto à natureza e fomentar a consciência de preservação ambiental.
No Brasil, o esporte chegou em 2001, quando a Alaya Expedições montou um circuito em Brotas em cima de postes de eucalipto com a marca Verticália.

Fonte: Brasilturismo.com.br

Asa Delta

Melhor época
De novembro a maio compreende-se o periodo de maior calor na cidade, sendo o ideal para a asa delta. Mesmo assim, durante todo o ano é possível voar.
Equipamentos
O equipamento básico para o vôo de asa delta é caro: cerca de US$1500. Este equipamento é composto de : Asa de pano simples; capacete; pára-quedas; variômetro; perneira ou casulo (depende do gosto do piloto). Um equipamento profissional pode chegar a US$ 10000.

Saiba mais
São realizadas etapas do campeonato carioca e internacional, geralmente no final do ano.
O Vôo duplo dura entre 20 e 40 min., dependendo das condições do vento.

Quando você for fazer um vôo duplo, exija a habilitação de piloto filiado à AVLRJ do profissional que você escolher.
O vôo da Pedra Bonita é considerado um dos vôos urbanos mais bonitos do mundo. Para se chegar na rampa de salto, só acompanhado de algum piloto de parapente ou asa delta, ou tendo o bilhete de vôo. Um dos pontos fortes deste vôo é o rápido resgate de helicóptero, em caso de acidentes.

Fonte: brasilturismo.com.br

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Como funciona a pesca no gelo?

É inverno e está frio demais para que as pessoas possam sair para jogar golfe ou uma partidinha de basquete. O que se pode fazer, em uma situação como essa? Que tal reunir alguns amigos, arrastar um abrigo portátil até o meio de um lago congelado, escavar um buraco no gelo e ficar batendo papo e tomando cerveja à espera que os peixes mordam a isca?

Ice fishing.
Esses pescadores no lago Riley, Minnesota, sabem que a pesca no gelo vale tanto pela companhia quanto pelos peixes.

A pesca no gelo vale tanto pela camaradagem e recreação nos meses gelados de inverno quanto pela pesca em si. Os puristas consideram que ela requer apenas fazer um buraco no gelo, baixar a linha e se acomodar em um banquinho, esperando que os peixes mordam a isca. Quem gosta de algum conforto constrói casas para neve mais equipadas (algumas das quais equipadas com refrigerantes e TV via satélite) a fim de se distrair enquanto os peixes não aparecem.

A pesca no gelo avançou muito desde a era em que os povos indígenas abriam buracos nos Grandes Lagos para encontrar comida durante o inverno. Embora a meta deles fosse simplesmente para sobrevivência, a pesca no gelo moderna é essencialmente esportiva (ainda que muita gente coma os peixes que apanha).

A pesca no gelo é popular no norte da Europa, bem como em boa parte da América do Norte (Alasca, Minnesota, Wisconsin, Vermont, New Hampshire, Ohio, Nova York e Canadá). Alguns dos lagos norte-americanos mais populares para pesca no gelo são o lago Simcoe, no Canadá (que se define como "a capital da pesca no gelo" no leste), o lago Mille Lacs, em Minnesota, que em um inverno típico recebe até cinco mil abrigos de pesca, o lago Champlain (em inglês), em Nova York, o lago Houghton, no Michigan, e o lago Winnipesaukke (em inglês), em New Hampshire.

Fonte: UOL.com