segunda-feira, 7 de dezembro de 2009
NUTRIÇÃO E ESPORTE
A ressíntese de ATP precisa ser feita logo que iniciamos algum exercício físico. O aumento no consumo de energia produz aumento do consumo de oxigênio, portanto, sempre que o organismo tem um consumo maior de ATP, precisamos de um tempo para organizar a disponibilidade de oxigênio, porque se faz necessário a queima de substratos energéticos. Porém, somos capazes de ressintetizar o ATP, sem a presença de oxigênio, em condições que o organismo não pode esperar pela disponibilidade de oxigênio (é uma adaptação por processo oxidativo aeróbio).
A capacidade do nosso organismo ressintetizar ATP, pode ser em condições aeróbias e anaeróbias (presença ou não de oxigênio) e isto por causa de nossos músculos. Temos diferentes fibras musculares capacitadas à gerar energia em cada condição.
- Fibras do tipo I (Contração lenta - oxidativa) - São também chamadas de vermelhas, fazem a ressíntese oxidativa de ATP e são recrutadas para esforços prolongados e de intensidade leve à moderada.
- Fibras do tipo II a - Ressíntese oxidativa. São relacionadas à esforços de alta intensidade.
- Fibras do tipo II b - São também chamadas brancas. Tem baixa capacidade de ressíntese oxidativa e alta capacidade de ressíntese glicolítica (capacidade de extrair energia da glicose). Esforços de alta intensidade e curta duração.
Na maioria dos tipos de atividade desenvolvida por nossos músculos, as fibras do tipo I (lentas) são solicitadas antes das fibras rápidas. A exceção são os movimentos de força máxima. Alguns fatores podem interferir na ressíntese de ATP, são eles o treinamento e a dieta.
Fonte: Uol.com.br
terça-feira, 1 de dezembro de 2009
Brasileiro na expedição de Cicloescalada na Cordilheira dos Andes
Fonte: 360graus.com.br
quinta-feira, 19 de novembro de 2009
MOUNTAIN BIKE
Hoje em dia o esporte cresce cada vez mais e até mesmo a ESPN está transmitindo competicões. A coisa ficou ainda melhor com as competicões de downhill (competição apenas com descidas muito ingremes), que são rápidas e divertidas de assistir. O único problema é que, com os preços das bicicletas e acessórios, o esporte não pode ficar popular, especialmente no Brasil. Para quem não sabe, hoje em dia, uma bicicleta considerada "decente" para uma competicão profissional custa no mínimo $2500 dólares, isso mesmo, dois mil e quinhentos dólares. Apesar dos preços variarem de $100 pra $7000 mil dólares, ninguém, com uma bicicleta de $100, pode competir com uma de $7000, por motivos óbvios. No Brasil isso é ainda pior porque as bicicletas custam quase o dobro do preço e ninguém gasta muita grana numa bicicleta por medo de assalto. Para acabar com todos esses problemas, seria preciso que o esporte ficasse popular, principalmente através da televisão, porque com isso os preços baixariam em função da lei da oferta e procura. Assim, todos, ciclistas e vendedores, ficariam satisfeitos. Isso, infelizmente, é sonho.
A melhor forma de se manter atualizado com o esporte é através de revistas e da internet. Na internet existe muita coisa boa, como está citado na seção de links.
O Mountain Bike tem 6 categorias principais: Cross Country, Downhill, Dual Slalom, Freeride, Trial e Uphill.
Cross Country - São corridas de longa distância, mais de 30 Km normalmente, chegando as vezes a mais de 100 Km com terreno variado e com várias subidas e descidas. Normalmente os circuitos não são muito técnicos e podem ser circuitos fechados com várias voltas ou ponto a ponto (trip trail). Para praticar você precisa ter uma bike leve, quanto mais leve melhor, de boa qualidade e você precisa ter muita resistência física. As velocidades máximas normalmente não passam de 50 Km/h. Assista um vídeo da modalidade clicando aqui.
Downhill - Apenas descidas. Normalmente as pistas são bem íngrimes e técnicas, com pedras, saltos, raízes e outros obstáculos. São pistas curtas, normalmente uns 4 km. A velocidade pode passar de 80 Km/h em alguns trechos. Para participar é necessário ter acessórios especiais de proteção e uma bike feita especialmente para essa modalidade, com duas suspensões, pneus grossos, freios a disco, etc. O peso da bike não importa, pois só há descidas. Assista um vídeo da modalidade clicando aqui.
Dual Slalom / 4X - É como o Slalom do Esqui, mas com dois competidores correndo em pistas paralelas. São colocadas bandeiras por onde o piloto deve passar, fazendo muitas curvas fechadas. E correm dois competidores ao mesmo tempo em pistas paralelas e quase identicas. Normalmente se usa bikes de downhill para descer, mas já estão sendo fabricadas bikes especialmente para dual slalom. As descidas também duram pouco como no downhill. Atualmente a modalidade evoluiu para o 4X (four X), onde usa-se uma pista única e correm 4 pilotos por vez. Assista um vídeo da modalidade.
Freeride - Normalmente, as bikes de downhill só servem para descer e as de cross country só tem suspensão dianteira e não aguentam "o tranco". A bike de freeride seria o meio termo: O conforto e precisão do downhill com a praticidade e leveza do cross country. Mas nem tudo é maravilha, profissionalmente esse tipo de bike não serve para muita coisa. Mas o objetivo é esse, ela foi feita pra pessoas que gostam de pedalar seriamente, mas não num nível profissional. Hoje em dia já existem competições de freeride, onde são julgados técnica, dificuldade e estilo, ao invés de rapidez.
quarta-feira, 11 de novembro de 2009
Arvorismo
Hoje a proposta do Arvorismo já alcançou outra fronteiras como o desenvolvimento de Recursos Humanos, a inserção em corridas de aventura, a implantação em parques públicos ou em áreas naturais particulares, tendo como objetivo, não somente proporcionar aventura aos participantes e uma forte integração com o meio natural, mas atuar como forma de desenvolvimento humano junto à natureza e fomentar a consciência de preservação ambiental.
No Brasil, o esporte chegou em 2001, quando a Alaya Expedições montou um circuito em Brotas em cima de postes de eucalipto com a marca Verticália.
Fonte: Brasilturismo.com.br
Asa Delta
De novembro a maio compreende-se o periodo de maior calor na cidade, sendo o ideal para a asa delta. Mesmo assim, durante todo o ano é possível voar.
Equipamentos
O equipamento básico para o vôo de asa delta é caro: cerca de US$1500. Este equipamento é composto de : Asa de pano simples; capacete; pára-quedas; variômetro; perneira ou casulo (depende do gosto do piloto). Um equipamento profissional pode chegar a US$ 10000.
Saiba mais
São realizadas etapas do campeonato carioca e internacional, geralmente no final do ano.
O Vôo duplo dura entre 20 e 40 min., dependendo das condições do vento.
Quando você for fazer um vôo duplo, exija a habilitação de piloto filiado à AVLRJ do profissional que você escolher.
O vôo da Pedra Bonita é considerado um dos vôos urbanos mais bonitos do mundo. Para se chegar na rampa de salto, só acompanhado de algum piloto de parapente ou asa delta, ou tendo o bilhete de vôo. Um dos pontos fortes deste vôo é o rápido resgate de helicóptero, em caso de acidentes.
Fonte: brasilturismo.com.br
terça-feira, 10 de novembro de 2009
Como funciona a pesca no gelo?
É inverno e está frio demais para que as pessoas possam sair para jogar golfe ou uma partidinha de basquete. O que se pode fazer, em uma situação como essa? Que tal reunir alguns amigos, arrastar um abrigo portátil até o meio de um lago congelado, escavar um buraco no gelo e ficar batendo papo e tomando cerveja à espera que os peixes mordam a isca?
A pesca no gelo vale tanto pela camaradagem e recreação nos meses gelados de inverno quanto pela pesca
A pesca no gelo avançou muito desde a era em que os povos indígenas abriam buracos nos Grandes Lagos para encontrar comida durante o inverno. Embora a meta deles fosse simplesmente para sobrevivência, a pesca no gelo moderna é essencialmente esportiva (ainda que muita gente coma os peixes que apanha).
A pesca no gelo é popular no norte da Europa, bem como em boa parte da América do Norte (Alasca, Minnesota, Wisconsin, Vermont, New Hampshire, Ohio, Nova York e Canadá). Alguns dos lagos norte-americanos mais populares para pesca no gelo são o lago Simcoe, no Canadá (que se define como "a capital da pesca no gelo" no leste), o lago Mille Lacs, em Minnesota, que em um inverno típico recebe até cinco mil abrigos de pesca, o lago Champlain (em inglês),
Fonte: UOL.com